Em busca da dignidade menstrual – Secretaria de Estado de Educação

 

Secretárias se unem para alinhar campanha de distribuição de absorventes e promoção de debates

Íris Cruz, Ascom/SEEDF 

 

A secretária Hélvia Paranaguá destacou a importância do tema dentro das escolas. Crédito: Álvaro Henrique

 

 

Numa iniciativa inédita da Secretaria de Justiça e Cidadania, a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, se reuniu com as demais secretárias do governo do Distrito Federal na terça-feira, 28, para organizar ações conjuntas de promoção da dignidade menstrual de adolescentes e jovens.

 

Estavam presentes no evento a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, a secretária de Estado de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira, a secretária da Juventude, Luana Machado, a secretária de Turismo, Vanessa Mendonça, e a secretária-adjunta de Assistência à Saúde, Raquel Beviláqua.

 

O grupo se articulou para alinhar campanha que tem como objetivo arrecadar produtos de higiene e ampliar o debate sobre a pobreza menstrual.

 

A proposta, que vai além da distribuição de absorventes, é dividida em quatro fases: em primeiro lugar, a criação de grupo de trabalho para tratar da dignidade menstrual. Em segundo, a capacitação de apoiadores. Em terceiro, a arrecadação dos produtos de higiene. E, por fim, a promoção de rodas de conversa com distribuição de cartilhas educativas nas escolas do GDF, sempre aliadas a palestras para multiplicadores do conhecimento.

 

Durante a reunião, Hélvia Paranaguá destacou a importância do tema dentro das escolas.

 

No mesmo dia em que fui nomeada como secretária de Educação, li uma matéria que indicava pesquisa da UNICEF sobre pobreza menstrual. Foram entrevistadas 1.730 mulheres, na faixa dos 13 aos 24 anos, e 35% afirmaram que em algum momento deixaram de frequentar a escola por falta de absorventes. Esse não é um número pequeno e para as famílias que vivem em vulnerabilidade social é um item bastante representativo. Então estamos de braços abertos para a campanha”, entusiasmou-se.

 

A secretária de Justiça e Cidadania ainda acrescentou: “Apesar de ser um problema vivenciado por muitas mulheres, a pobreza menstrual ainda é pouco discutida no cotidiano. Sabemos que é um espaço de fala ainda muito restrito e não tem sentimento pior do que a inadequação, por isso vamos pautar mais direito e menos tabu”.

 

Fonte: Secretaria de Educação

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