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Casos de feminicídio caem no DF nos primeiros meses do ano, aponta Secretaria de Segurança Pública

Também houve redução em relação ao número de homicídios e a crimes contra o patrimônio; solução de homicídios no DF é uma das mais altas do país, constata PCDF

Por Redação

Um levantamento feito pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) mostra que os crimes caracterizados como feminicídio caíram, nos primeiros nove meses, no DF, em relação ao mesmo período do ano passado. Houve redução, segundo a pasta, de 50%. A constatação mostra que, de janeiro a setembro deste ano, 14 mulheres morreram vítimas de feminicídio, enquanto, neste mesmo período em 2019, o número de vítimas chegou a 26.

O estudo também constatou que em fevereiro e maio deste ano, não houve nenhum registro de feminicídio. “Os dados revelam que o esforço concentrado da segurança pública do DF tem surtido efeito positivo. O cenário de pandemia nos preocupou inicialmente”, diz Anderson Torres, titular da SSP-DF. “Desde o início buscamos alternativas, como a possibilidade de registro de ocorrência por meio da Delegacia Eletrônica, e fortalecemos campanhas de denúncia e apoio às vítimas, como é o caso da campanha #MetaaColher.”

Dados revelam ainda que o número de homicídios de setembro é o segundo menor em 21 anos para o mês

O levantamento também mostra que houve redução em relação ao número de homicídios em setembro, o que não ocorria há 21 anos, segundo a SSP-DF. Neste acumulado de nove meses, a pasta informa que foram registrados 308 homicídios ante os 327 ocorridos em 2019 – uma redução de 5,8%.

Outro delito que teve redução em sua incidência foram os crimes contra o patrimônio, que são os roubos a pedestre, veículos, transporte coletivo, comércio, residência e furto em veículo. Nesses casos, a redução foi de 30,1%, isso ocorre, segundo a SSP-DF, há nove meses seguido. De janeiro a setembro deste ano foram registrados 10,2 mil crimes desta natureza.

A maior redução aconteceu com roubos em transporte coletivo (37%), seguido dos roubos de veículos (33,9%), de comércio (31,6%), a transeunte (31%) e em residência (13,4%). O furto em veículo apresentou redução de 25,1%.

Crimes desvendados

Outro dado que o levantamento apresenta é com relação ao número de casos desvendados pelos investigadores das forças de segurança pública, em especial a Polícia Civil. Segundo a SSP-DF, uma metodologia implantada na corporação – que permite Plantão Extraordinário de Local de Crime (PEL), com uma equipe composta por delegado e três agentes – tem feito com que o DF tenha “uma das maiores taxas de resolução de homicídios” do país.

“A corporação também conta com médicos legistas e peritos em escala de plantão, possibilitando que um laudo fique pronto muito rapidamente, até mesmo de madrugada, dependendo da necessidade”, diz o diretor-geral da Polícia Civil do DF (PCDF), delegado Robson Cândido.

Importância da denúncia

Ainda de acordo com delegado Cândido, quanto mais a sociedade denunciar os crimes sofridos, maiores são as chances de solucioná-los. Um exemplo que o ele dá é em relação a crimes contra o patrimônio. Segundo Cândido, quanto mais rápido for feita a denúncia, mas rápida o suspeito pode ser detido e o bem furtado recuperado. “É muito importante que as vítimas desses crimes registrem ocorrências, pois mesmo que o bem não seja recuperado, contribui para atuação das polícias e até mesmo para a prisão de organizações criminosas”.

Existem vários canais de denúncia, na Polícia Civil, que a sociedade pode utilizar para fazer seus registros, como o telefone 197 opção 0 (zero); o e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br ou o WhatsApp (61) 98626-1197. Violência contra a mulher também pode ser registrada nesses canais.

Fonte News Black

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