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Ano de 2020 é marcado por intenso investimento na área social, informa GDF

Foram inúmeros programas criados e apoiados pelo governo para amenizar os impactos da crise provocada pela covid-19 sobre a população; os reforços foram nas áreas de alimentação, esporte, lazer e qualificação profissional

Por Ricardo Ulivestro

Em matéria publicada pela Agência Brasília, nesta quarta-feira (15), o Governo do Distrito Federal (GDF) faz um apanhado geral sobre as principais medidas e ações que foram adotadas neste ano de 2020 em razão da pandemia de covid-19. Conforme fica explícito na matéria, uma das áreas que mais recebeu atenção por parte do governo neste ano foram as políticas públicas voltas à assistência social, seja ela por meio da ajuda direta – com cestas básicas e programas de auxílio de renda – ou através de projetos esportivo e da geração de emprego.

“O GDF está comprometido em garantir o repasse do DF Sem Miséria para as pessoas – em especial, as que vivem na extrema pobreza -, de forma que não sintam tanto o impacto dessa pandemia. Esse é um programa de transferência de renda que visa à inclusão social dos cidadãos que vivem na vulnerabilidade”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social do DF, Mayara Noronha Rocha.

O governo destaca como um dos principais apoios à população neste período pandêmico, o reforço que foi dado aos 14 restaurantes comunitários com o intuito de garantir a segurança alimentar e nutricional da população de baixa renda e em vulnerabilidade social. De acordo com o GDF, somente este ano, mais de 5,3 milhões de refeições foram servidas nas unidades. Outro destaque foi o programa DF Sem Miséria que, segundo o governo, auxiliou com renda cerca de 59 mil famílias cadastradas – o programa é uma complementação àqueles que são beneficiários do Bolsa Família.

O GDF lançou o programa Esporte nas Ruas, que vai investir R$ 5 milhões para democratizar o acesso à prática esportiva por meio de materiais e equipamentos disponibilizados gratuitamente

A população feminina também foi motivo de atenção por parte do Executivo local, que através do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (CEAM) recebeu 2,4 mil mulheres; nos Núcleos de Atendimento à Família e aos Autores de Violência Doméstica (Nafavds), foram realizados 4,8 mil acolhimentos e, outros 16 mil atendimentos na Casa Abrigo. Além dos 15,2 mil atendimentos realizados em unidades móveis.

Também em agosto deste ano, o foi lançado pela Secretaria da Mulher o portal Observatório da Mulher que reúne em uma mesma plataforma dados, estatísticas e informações sobre a realidade das mulheres no DF. O portal já teve 3,5 mil acessos registrados.

Lazer

O governo também informa as medidas que foram adotadas e planejadas para o segmento do lazer e da cultura, mesmo em período em que é obrigatório o isolamento social. Exemplo disso foi a injeção de R$ 6 milhões que o Banco de Brasília (BRB) em parceria com a Secretaria de Esporte e Lazer do DF vai fazer no futebol local até o final de 2022. Houve também a criação de uma força-tarefa firmada entre o GDF e o Corpo de Bombeiros, a Vigilância Sanitária e a Polícia Militar que resultou na inspeção de 11 estádios de futebol para atualizar os laudos técnicos e regularizá-los.

Mercado de trabalho

Um dos efeitos mais da pandemia, além das mortes é claro, foi a demissão em massa de trabalhadores. Com isso, o governo tentou reverter a situação através da realização de obras públicas que contratassem a mão de obra que fora desempregada com crise. Por isso, foram criados programas voltados às pessoas com deficiência. Segundo a Secretaria Extraordinária da Pessoa com Deficiência do DF, em 2020, inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho somaram mais de 600 contratados firmados, o que corresponde a 25% de preenchimento das vagas oferecidas, enquanto a média nacional gira em torno de 12%.

Capacitação profissional

Outra ação do governo que mereceu destaque pela matéria da Agência Brasília foi o funcionamento dos Centros da Juventude mesmo durante a pandemia. Nesses espaços, onde os jovens podem realizar cursos de capacitação profissional – de teatro, cozinha de sucesso, empregabilidade e cuidador de idoso – as aulas não foram paralisadas, o que permitiu que os estudantes, em formato de ensino a distância, continuasse com estudos normalmente.

“Os centros de Juventude têm desempenhado um papel muito importante nas comunidades em que estão inseridos. Estamos ansiosos pelo momento em que as atividades serão retomadas presencialmente e pela ampliação dos centros”, salienta o secretário da Juventude do DF, Kedson Rocha.

*Ricardo Ulivestro – Jornalista, membro da Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno – ABBP

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