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Ações por qualidade de vida para comunidade

Programa da Secretaria de Educação do DF promove atividade física para população

Thaís Rohrer, Ascom/SEEDF

A rede pública de ensino atua na conscientização e na educação da população por mais qualidade de vida. O Programa Escola/Comunidade Ginástica nas Quadras (PGINQ) promove a saúde e a prevenção de doenças associadas ao sedentarismo. Atualmente, atende 4.600 pessoas gratuitamente em 12 Coordenações Regionais de Ensino do DF.

Sedentarismo não tem vez nas aulas do PGINQ | Fotos: Mary Leal, Ascom/SEEDF

O Programa é desenvolvido dentro de escolas ou espaços públicos próximos. As aulas são desenvolvidas por 39 professores de educação física da Secretaria de Educação. São atividades de ginástica localizada, yoga, condicionamento físico, alongamento e dança, entre outras.

Podem participar estudantes e público em geral, desde que tenham a partir dos 15 anos de idade e haja vagas nas turmas desejadas.

Denise Benther, 57 anos, participa do PGINQ na região de Sobradinho. Ela define o ambiente das aulas como uma segunda família. “O clima aqui é maravilhoso, de amizade. Eu preencho a minha semana e pratico a atividade física corretamente. Saio daqui destravada”, conta Denise.

Denise Benther começou aulas neste ano e sente os impactos positivos da atividade

As aulas no Ginásio de Esportes de Sobradinho são acompanhadas pelo professor da rede pública Beto Santos. Elas incluem exercícios de alongamento, flexibilidade, força, correção postural e dança.

O trabalho desenvolvido aqui envolve toda essa questão da busca contra o sedentarismo, mas vai muito além disso, porque é voltado também para o lado social. É um momento em que muitos têm a oportunidade de se reunir, conversar e socializar”, destaca Beto.

O professor incluiu passos de dança do ritmo conhecido como charme nas aulas para descontrair os alunos e trabalhar aspectos como equilíbrio e mobilidade.

Eu conheci o Programa por meio da indicação de uma amiga e achei sensacional. São atividades lúdicas, divertidas. Eu realmente não me identifico com academia e aqui é muito bom”, revela Maria Júlia Menezes, que tem aulas com Beto.

Os problemas ficam para trás quando chega a hora do Ginástica nas Quadras. Essa é o sentimento que Eliane Gomes, 62 anos, tem durante os momentos de atividade física. “Tem dia que chego aqui chateada, mas quando começo a aula, parece que esqueço tudo de ruim. Foi muito bom para ter a oportunidade de retornar com uma atividade após o AVC que tive”, conta.

img-responsiva Mais informações do Programa: Ginástica nas Quadras

Ginástica nas Quadras

Fonte: Secretaria de Educação

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