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Secretaria de Saúde do DF inicia testagem da Covid-19 para inquérito epidemiológico, em Ceilândia

O inquérito será feito em todas as regiões administrativas até dia 20 de dezembro; seu objetivo é de rastrear casos de covid-19 entre a população para dar uma noção à pasta de como o vírus tem circulado no DF

Por Ricardo Ulivestro

Começou a ser realizado, em Ceilândia, o inquérito epidemiológico para se ter uma noção de quantas pessoas no Distrito Federal já tiveram contato com a covid-19. O inquérito, espécie de uma sondagem, vai ser feito em todas as regiões administrativas, através de sorteio, em que a Secretaria de Saúde local vai selecionar 230 pessoas, em cada uma das 34 RAs, para fazerem exames e identificar se estão com anticorpos contra o novo coronavírus.O inquérito será feito até dia 20 dezembro.

A escolha das pessoas para serem testadas acontece por meio da seleção do IPTU, repassados para à Secretaria de Saúde pela Secretaria de Economia. O objetivo do estudo, de acordo com a Saúde, é de obter dados científicos sobre a proliferação do vírus na população. Assim que o inquérito for concluído – o que está marcado para acontecer dia 20 de dezembro – ele servirá para coordenar ações futuras sobre a contenção da doença e os cuidados aos pacientes.

O inquérito será feito com uma pessoa de cada residência, que tenha idade acima de 18 anos. Sem aviso, os agentes de saúde vão chegar às residências e testar um dos moradores, o resultado sai na hora.

Foi o que aconteceu com a moradora de Ceilândia, Daniele Cristina da Silva, que foi a primeira a participar da testagem. O resultado deu negativo para o coronavírus.

O secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto também participou deste primeiro dia de testagem e, ao falar com a imprensa, destacou esta medida já está sendo tomada em razão do aumento no número de casos dos últimos dias.

“Isso quer dizer que cada 100 pessoas podem transmitir para 130 pessoas. Portanto, é importante a realização desse inquérito. Cada vez que nós aumentar esse quantitativo da taxa de transmissão, poderemos tomar outras medidas, caso seja necessário. Isso para trazer à população segurança para que não haja transmissibilidade”, disse Okumoto.

O secretário lembrou ainda que todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) estão abastecidas com testes rápidos ou RT-PCR para detecção da covid-19, e que, na última semana, o Ministério da Saúde destinou para o DF 145,5 mil testes rápidos, que foram também destinados às UBSs. As unidades também receberam 50 microleitores, que melhoram a visualização do teste rápido, em caso de dúvida do resultado.

Outra medida tomada pela Secretaria foi com relação aos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), que voltaram a ser destinados a pacientes com covid-19. A pasta não descarta a possibilidade de ter que destinar 120 leitos de UTIs para os pacientes de covid-19 caso os casos continuem a aumentar.

Dados da Secretaria de Saúde mostram que, até hoje (2), a disponibilidade de leitos de UTI para pessoas com covid-19 na rede pública do DF era de 205 leitos, em nove hospitais. “Desses, 124 estão vagos, o que corresponde em torno de 30% de leitos ocupados. Estamos em uma situação estável”, garante o secretário.

*Ricardo Ulivestro – Jornalista, membro da Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno – ABBP

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