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Pandemia atinge economia, e mais de 800 professores de escolas particulares são demitidos, informa sindicato

Além das demissões também houve redução da jornada de trabalho de milhares de profissionais; IBGE divulga pesquisa que mostra Brasil com 211 milhões de habitantes

Por Redação

As aulas nas escolas particulares do Distrito Federal foram suspensas, por motivo da pandemia de covid-19, no dia 11 de março. Desde então, os colégios não funcionaram o que gerou a demissão de 801 professores. O resultado foi obtido através dos acordos de desligamento homologados pelo Sindicato dos Professores em Estabelecimento Particulares de Ensino do Distrito Federal (Sinproep-DF).

“Se a gente comparar com o mesmo período do ano passado, o aumento das demissões chega a 150%. A maioria ocorreu no ensino infantil, de crianças com menos de cinco anos”, explicou o diretor do Sinproep-DF, Rodrigo de Paula, em entrevista à imprensa local.

Além das demissões, houve também a redução da jornada de trabalho de 1.280 professores. A redução da jornada foi motivada, segundo o sindicato, por causa das mudanças nas escalas de profissionais e pela implantação de aulas através da internet.

Para o presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (SINEPE/DF), Álvaro Domingues, o fato das escolas particulares terem ficado tanto tempo fechadas, contribuiu para o agravamento da situação.

“A situação financeira das escolas, que já era grave, se agravou mais ainda. A evasão dos alunos antes de julho era de cerca de 50%, principalmente na educação infantil. Agora, em algumas regiões, chega a 70%”, explicou.

O retorno das aulas nas escolas particulares está previsto para o dia 21 de setembro. Porém, pesquisa do Sinproep-DF mostra que sete em cada dez professores não concordam com a volta às aulas neste momento de pandemia. A pesquisa ouviu 1,8 mil educadores, sendo que 69,9% são contra a retomada durante a pandemia e 30,1% são a favor.

211 milhões

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga nesta quinta-feira, 27, a pesquisa populacional que aponta um crescimento de 1,6 milhão de pessoas no contingente nacional. O país tem agora 211.755.692 de pessoas, em 2019 eram 210.147.125 pessoas.

O Distrito Federal já conta com uma população de 3.055.149 habitantes. Roraima é o estado com a menor estimativa populacional (631.181).

Veja abaixo a população de cada Estado

ORDEM UNIDADES DA FEDERAÇÃO POPULAÇÃO
0 Brasil 211.755.692
1 Rondônia 1.796.460
2 Acre 894.470
3 Amazonas 4.207.714
4 Roraima 631.181
5 Pará 8.690.745
6 Amapá 861.773
7 Tocantins 1.590.248
8 Maranhão 7.114.598
9 Piauí 3.281.480
10 Ceará 9.187.103
11 Rio Grande do Norte 3.534.165
12 Paraíba 4.039.277
13 Pernambuco 9.616.621
14 Alagoas 3.351.543
15 Sergipe 2.318.822
16 Bahia 14.930.634
17 Minas Gerais 21.292.666
18 Espírito Santo 4.064.052
19 Rio de Janeiro 17.366.189
20 São Paulo 46.289.333
21 Paraná 11.516.840
22 Santa Catarina 7.252.502
23 Rio Grande do Sul 11.422.973
24 Mato Grosso do Sul 2.809.394
25 Mato Grosso 3.526.220
26 Goiás 7.113.540
27 Distrito Federal 3.055.149

Fonte:Ministério da Economia/Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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